sábado, 11 de fevereiro de 2012

JIM MORRISON NÃO MORREU – PARTE 2/5

Leia a parte 1 >aqui<


Depois de procurar cuidadosamente, Jim descobre um médico que pode ajudá-lo a fazer toda a encenação. O médico francês Dr. Max Vassile aceita a proposta de Jim e junto com sua namorada Pam acertam todos os detalhes para que tudo dê certo. Ele seria encontrado já morto na banheira do quarto de hotel depois de um pequeno mal estar durante a madrugada, quando diria para sua namorada que estava bem e ela voltaria a dormir. O Dr. Vassile seria chamado pela manhã para fazer todo o resto e fornecer o atestado de óbito.

Em 1 de julho, três dias antes de sua suposta morte, Jim resolve visitar o túmulo que comprou e ver se tudo está em ordem, nesta mesma ocasião comprou o caixão que deveria estar pronto três dias depois para que não houvessem problemas na hora de simular a sua morte.

Túmulo atual de Jim Morrison

Em 3 de julho de 1971, aos 27 anos de idade, Jim simulou a sua morte na rue Beautraillis 17 em Paris, perto da Bastilha. Pela manhã Pamela chamou o médico francês Max Vassile que já estava no local quando a polícia chegou e recebeu todas as informações diretamente dele, que declarou como causa da morte ataque cardíaco. Pam e o médico dispensaram uma autópsia. O médico nunca se pronunciou oficialmente sobre o caso. Jim planejou sua morte neste dia, pois exatamente nesta data havia morrido há dois anos o guitarrista dos Rolling Stones, Brian Jones, esta foi uma pista deixada para os fãs. Também a idade de Jim o colocava no que futuramente seria chamado de Clube dos 27.

Prédio onde morreu Jim Morrison

No dia seguinte Jim embarcou em um vôo para os EUA. Quando a notícia da morte de Morrison foi noticiada, várias pessoas lembraram-se de terem visto ele e Pam se despedindo um do outro no aeroporto de Paris naquele dia.

O empresário do The Doors, Bill Siddons pegou um avião para Paris o mais rápido possível, mas quando chegou ao apartamento o corpo de Jim já estava em um caixão lacrado.



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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

DICIONÁRIO MUSICAL - Á-BÊ-CÊ


Á-BÊ-CÊ

Composição poética, ordinariamente de 25 ou 26 sextilhas ou setilhas, que celebra feitos heróicos (mas também, às vezes, satírica), e na qual os cantadores procuram iniciar cada estrofe por uma letra do alfabeto na sua ordem tradicional. Costuma-se incluir nos á-bê-cês, como letras obrigatórias, o k e o til, considerando-se este como letra final do alfabeto e fazendo-se a estrofe referente a ele encerrar a composição.

JIM MORRISON NÃO MORREU – PARTE 1/5


As misteriosas circunstâncias da morte de Jim Morrison, que se auto intitulava o Rei Lagarto e Mr. Mojo Rising, geram polêmicas até hoje. São várias as teorias conspiratórias que apontam falhas na história oficial:

- Ele teria morrido de overdose em um bar e sido levado por traficantes para seu hotel;
- Seria um agente da CIA infiltrado entre os roqueiros e precisava sumir do mapa;
- Sua namorada, única beneficiária de seu testamento teria matado ele;
- Teria sido um dos vários mortos pelo governo dos EUA;
- Ou o próprio Chifrudo teria cobrado a alma de Jim após terminar o contrato de sucesso, como teria ocorrido com os outros participantes do Clube dos 27 (leia sobre esse clube macabro > AQUI <.

Vou escrever aqui sobre a mais popular das teorias, que diz que ele forjou a própria morte e está bem vivo, curtindo a vida adoidado.


             Dizem que foi assim:

Jim Morrison, o vocalista da banda The Doors, sempre teve uma personalidade rebelde e revoltada, também era politizado e gostava de ler e escrever, principalmente poesia. Suas performances no palco, cheias de misticismo e insinuações sexuais, suas entrevistas criticando a sociedade de sua época e as políticas do governo dos EUA, principalmente em relação à guerra e sua participação no movimento político New Left (Nova Esquerda), lhe rendiam constantes problemas com as autoridades.


Jim tinha se tornado um alcoólatra, tinha uma tosse constante e usava uma barba volumosa, não era mais o sex symbol de antigamente, tinha nada menos que 20 processos de paternidade contra ele, e estava cansado dos problemas, preferia ser escritor e roteirista, mas não queria jogar tudo para o alto assim de qualquer maneira. Chegou a falar em tom de brincadeira para os amigos que: “Estava velho demais para o Rock n’ Roll, mas novo demais para morrer”. Aí já começaram a surgir as primeiras ideias sobre forjar a própria morte. Em 1970 – um ano antes de sua suposta morte – em uma conversa descontraída com Ray Manzarek, o tecladista do Doors, Jim mostrou um folder de turismo sobre as ilhas Seychelles e disse:

Não seria o lugar perfeito para fugir se todo mundo acreditasse na sua morte?

Antevendo problemas mais sérios com a CIA, ele deu uma entrevista onde insinuava que Janis Joplin e Jimi Hendrix haviam morrido por motivos políticos e que ele seria o próximo.

Em 1971 os integrantes do The Doors resolveram parar por um tempo e Jim aproveitou a oportunidade para se afastar dos problemas e foi para Paris com sua namorada Pamela Courson. Mas mesmo em Paris seus problemas não acabaram. Sob a influência da CIA o governo francês também passou a perseguir Morrison, diante disso suas ideias de forjar a própria morte se intensificaram. Com toda essa perseguição Jim chegou a falar em tom de brincadeira para alguns amigos que iria fugir para a África assim como o poeta francês Arthur Rimbaud.

Jim e sua namorada Pamela em Paris

Ao visitar o cemitério Père Lachaise em Paris no começo de junho – um mês antes de sua suposta morte - e ver grandes nomes sepultados ali como Chopin, Rossini, Balzac, Edith Piaf, Marcel Proust, Molieri e Oscar Wilde, Jim resolve comprar um túmulo no local e este foi o começo dos preparativos. A partir daí ele estava decidido em ir até o fim.

O belíssimo cemitério de Père Lachaise em Paris


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domingo, 5 de fevereiro de 2012

DICIONÁRIO MUSICAL - ABARITONAR


Tornar (a voz) semelhante à do barítono ou transpor parte musical que não de barítono para de barítono. Tornar-se barítono.

DICIONÁRIO MUSICAL - ABARITONADO

ABARITONADO

Diz-se da voz (especialmente a de tenor) com as qualidades de timbre que a aproximam da do barítono, e do cantor que tem essa voz, ou a qualquer coisa (instrumento, parte musical) a que se deu caráter de barítono.

sábado, 28 de janeiro de 2012

DICIONÁRIO MUSICAL - ABAFADOR


ABAFADOR

Peça que amortece ou impede a vibração dos sons, ou altera o timbre em certos instrumentos musicais.

Abafadores posicionados nas dordas de um piano

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

DICIONÁRIO MUSICAL - A

A

Letra que representa, na notação musical anglo-germânica, a nota lá. Atualmente é usada, de uma forma mais popular, junto aos textos musicais, como cifra que indica o acorde de lá, pode ser acrescida de outros sinais que indicam alterações:

A# (Lá sustenido), Ab (Lá bemol), A7 (Lá com sétima), A-7 (Lá menor com sétima).

HISTÓRIAS DE AMOR - JOHN E YOKO


“Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer que não existe razão?”
Muitos músicos são idolatrados, mas até eles – ou principalmente eles – têm seus corações roubados por alguém e aí surgem os casais famosos na música.

Começo esta série de posts com aquele que eu considero o casal mais famoso da história da música:

John Lennon e Yoko Ono.


John Winston Lennon nasceu em Liverpool, na Inglaterra, em 9 de outubro de 1940 e morreu em Nova Iorque, EUA, em 8 de dezembro de 1980. Começou sua carreira musical na banda inglesa The Beatles, fez carreira solo, foi escritor e ativista em diversas causas. Antes de conhecer Yoko foi casado com Cynthia Powell, com quem teve um filho.


Yoko Ono nasceu em Tóquio, Japão, em 18 de fevereiro de 1933, é cantora, cineasta e artista plástica. Antes de conhecer John foi casada com Toshi Ichiyanagi e com Anthony Cox, com quem teve um filho.


Em 1966 Yoko fez uma exposição onde John compareceu e ficou impressionado, resolvendo financiar a próxima exposição da artista, mas o relacionamento deles não passou disso. Dois anos depois John e Yoko produziram juntos um album experimental, Unfinished Music No. 1: Two Virgins, onde ambos aparecem nus na capa e contracapa, e aí começou o romance dos dois. Logo após, a esposa de John pediu o divórcio e no ano seguinte John e Yoko se casaram, a cerimônia foi no rochedo de Gibraltar.

Capa do álbum

Contra Capa

Ainda em lua de mel o casal chamou a imprença para dentro de seu quarto em um hotel em Amsterdã onde se deixaram fotografar sobre os lençóis, pedindo a paz mundial, evento conhecido como Bed In. O público e principalmente a imprensa não conseguiam entender porque alguém como John se envolvia com alguém como Yoko, uma oriental, com idéias estranhas e fora do padrão de beleza esperado para um rockstar. Em resposta John declarou – “Somos um” – deixando a entender que não gostar dela era o mesmo que não gostar dele.

John e Yoko no evento Bed In

Ainda em 1969 John comunicou a sua saída dos Beatles. John entrou em conflito com os outros integrantes da banda que não gostavam da presença constante de Yoko nos ensaios, a partir daí a imprensa e a grande maioria dos fãs começaram a culpar Yoko pelo fim de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.

A participação de ambos em protestos contra a política dos EUA lhes rendeu posteriormente uma perseguição pelo governo Nixon, que pediu a extradição de Lennon, neste período o casal se separou por 18 meses mas o processo de extradição foi interrompido e com a volta de John em 1975 o casal se reconciliou e no mesmo ano nasceu Sean Taro Ono Lennon o único filho dos dois.

A partir de então John Lennon pareceu sair de cena. Durante 5 anos ele ficou em casa cuidando do filho e Yoko ficou cuidando dos negócios. Em 1980 John gravou seu último álbum e estava retomando a carreira musical quando, na noite de 8 de dezembro, foi assassinado por um “fã” em Nova Iorque quando voltava para o seu apartamento. Ele tinha apenas 40 anos de idade.

O corpo de John Lennon foi cremado e as suas cinzas foram guardadas por Yoko Ono. Ela é até hoje a responsável por tudo o que diz respeito à obra de John, o que com certeza era o desejo do eterno Beatle que sempre declarou seu amor por ela e fez para ela uma de suas mais belas músicas, Woman, onde diz nos últimos versos:

“Eu te amo, sim, sim, agora e eternamente.”




terça-feira, 22 de novembro de 2011

VERBORRAGIAS - MÚSICA E FRASES DE FRANK ZAPPA

Sabe aquelas frases polêmicas, engraçadas, geniais ou até mesmo estúpidas ditas por celebridades da música?



FRANK ZAPPA

(1940 – 1993)







“A emoção de um músico é a coisa mais importante, é o que sobrepõe ao acorde. Se deixar isto de fora, a música não vai lhe tocar”

“A maioria das pessoas não reconheceria uma música boa se ela viesse e as mordesse na bunda”

“A mente é como um pára-quedas. Só funciona se abrí-lo”

“A mulher ideal é aquela que é bonita, adora trepar, e vira uma pizza às quatro da manhã”

“A parte mais feia do seu corpo é sua mente”

“Alguns cientistas acreditam que hidrogênio, por ser tão abundante, é o elemento básico do universo. Eu questiono este pensamento. Existe mais estupidez do que hidrogênio. Estupidez é o elemento básico do universo”

“Bêbados não marcham!”

“Conduzir uma orquestra é abanar as mãos ou um pedaço de pau, criando desenhos no ar, onde são interpretados como mensagens musicais por gente de fraque, que preferiria estar pescando”

“Depois que comecei a usar computadores na música saí para tocar ao vivo com músicos humanos. Vivi o suficiente para me arrepender”

“Droga não é o mal. A droga é um composto químico. O problema começa quando pessoas tomam drogas como se fosse uma licença para poderem agir como babacas”

“Drogas são horríveis. Elas acabam com seu coração, seu fígado e seu cérebro. E o pior de tudo é que deixam você igual aos seus pais”

“Esporte é droga. Pratique guitarra”

“Estou satisfeito que a garotada esteja fingindo deixar os estudos, porque assim que percebam que esta não é a resposta, estarão prontos para algum tipo de ação”

“Estupidez até pode ter certo charme. Ignorância não”

“Eu gosto de fazer coisas que são teoricamente impossíveis e fazê-las funcionar”

“Existe mais canções de amor do que qualquer outro tipo. Se canções influenciassem as pessoas, amaríamos uns aos outros”

“Existem vários guitarristas muito bons por aí, mas posso lhe garantir que sou o único fazendo as coisas que faço. Isto porque não me apresento como um astro. Vou lá pra tocar composições”

“Funciona assim: Pegue qualquer melodia, seja ela qual for, Beethoven ou música Havaiana, toque na guitarra, adicione baixo e bateria e as pessoas chamarão de rock n’ roll

“Há uma grande diferença entre se ajoelhar e ficar de quatro”

“Historicamente os músicos sentem-se feridos quando a audiência se mostra insatisfeita. Nós não nos sentimos assim. Nós dizemos para a audiência se danar”

“Informação não é conhecimento. Conhecimento não é sabedoria. Sabedoria não é a verdade. Verdade não é beleza. Beleza não é amor. Amor não é música... Música é o melhor”

“Jornalismo musical é gente que não sabe escrever entrevistando gente que não sabe falar pra gente que não sabe ler”

“Meu conselho para quem quer ter uma criança sadia e feliz é mantê-la o mais longe possível de uma igreja. Crianças são ingênuas e confiam em todo mundo. Escola já é ruim, mas se levá-la para a igreja, então está querendo mesmo problemas”

“Minha música é como um cinema para os ouvidos”

“O Jazz não morreu. Ele apenas ficou com um cheiro estranho”

“Pessoas consomem produtos via respiratória para poderem diminuir seu nível intelectual e assim poderem se sentir parte da turma. Afinal, ninguém gosta de andar com quem é mais inteligente do que você. Isto não é divertido”

“Política é o departamento de entretenimento da indústria”

“Ritmicamente meus solos são influenciados pela palavra; harmonicamente, são ou pentatônicos ou orientados para uma fusão de escalas. Há também o modo mixolídio, que eu uso muito... Mas me interesso mais pelo aspeto melódico. Acho que o maior desafio quando se vai tocar um solo é tentar inventar uma melodia na hora”

“Se chamo outro guitarrista, é porque essa pessoa pode tocar coisas que eu não posso” (falando de Steve Vai)

“Se eu erro uma nota, não vou cometer suicídio por causa disso. Tenho certeza de que existem guitarristas perfeitos por ai, mas garanto que eles não tocam como eu. Saio em busca de uma afirmação musical diferenciada. Por que não? O que tenho a perder? Ninguém irá me dar ponto negativo ou nota baixa se eu errar. Prefiro arriscar”

“Se você acabar com uma vida tediosa e miserável porque você ouviu seus pais, seus professores, seu padre ou alguma pessoa na televisão, dizendo para você como conduzir a sua vida, então a culpa é só sua e você merece”

“Se você quer trepar, vá à faculdade. Mas se você quer aprender alguma coisa, vá à biblioteca”

“Sem música para decorar, tempo é só a monotonia de prazos de entregas e contas a pagar”

“Sem um desvio do normal, progresso é impossível”

“Tocar guitarra é como trepar. Você jamais esquece, a não ser que você seja realmente muito burro”



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

CINEMA E MÚSICA – LA BAMBA

Pra quem gosta do estilo rockabilly, recomendo o filme La Bamba, que mostra a história da curtíssima carreira do roqueiro Ritchie Valens no final dos anos 50.


O filme mostra o cantor, de verdadeiro nome Ricardo Esteban Valenzuela Reyes, californiano, porém de família mexicana, mostra as dificuldades dos latinos na sociedade norte americana, a vida familiar de Valens, sua busca pela fama, a descoberta de seu talento, a rápida ascensão como astro do rock e o surgimento de um grande amor proibido de um jovem latino de 17 anos por uma garota de uma família tradicional branca. É possível ver também retratado no filme o nascimento do rock ‘n roll como indústria musical, o desfecho de uma vida que tinha tudo para ser um grande referencial para o futuro da música e acima de tudo a maravilhosa música de Ritchie Valens.

Ritchie Valens



Na trilha sonora se encontram grandes clássicos do cantor como a música “Donna” dedicada ao seu grande amor Donna Ludwig, o seu eterno sucesso “La Bamba”, uma música tradicional mexicana transformada em rock ‘n roll pelo cantor, e alguns outros grandes clássicos da época. Provavelmente por problemas de qualidade não foram usadas as gravações originais do cantor embora as interpretações sejam excelentes. O disco foi lançado em 1987 pela London Records com as músicas:



La Bamba – Los Lobos
Come on, let’s go – Los Lobos
Ooh, my head – Los Lobos
We belong together – Los Lobos
Framed – Los Lobos
Donna – Los Lobos
Lonely teardrops – Howard Huntsberry
Crying, waiting, hoping – Marshall Crenshaw
Sumertime blues – Brian Setzer
Who do you love – Bo Diddley
Charlena – Los Lobos
Goodnight my love – Los Lobos





Não está na trilha oficial, mas vale mencionar a música “Sleepwalk” dos irmãos Santo & Johnny Farina, que faz da cena do enterro um momento marcante.





Título original: La Bamba
Lançamento: 1987 (EUA)
Direção: Luis Valdez
Duração: 109 minutos
Gênero: Drama



No elenco:
Lou Diamond Phillips interpretando Ritchie Valens
Essai Morales interpretando Bob Morales, o meio irmão
Rosanna DeSoto interpretando Connie Valenzuela, a mãe
Elizabeth Peña interpretando Rosie Morales, a cunhada
Danielle Von Zerneck interpretando Donna Ludwig, a namorada
Brian Setzer, vocalista do Stray Cats, interpretando o cantor Eddie Cochran
Joe Pantoliano interpretando Bob Keane, o empresário



Também vale citar:
Rick Dees como o radialista Ted Quillin
Marshall Crenshaw como o cantor Buddy Holly
Howard Huntsberry como o cantor Jackie Wilson
Stephen Lee como o cantor The Big Bopper
Sam Anderson como o Sr. Ludwig, pai da namorada

Brian Setzer no papel de Eddie Cochran



Curiosidades:
La Bamba não era o nome originalmente, seria “Let´s go”.
Alguns parentes de Ritchie Valens fazem pontas no filme.



Muito rockabilly e baladas apaixonantes, momentos eletrizantes e outros bastante tristes.



Assista La Bamba!

Também leia o post sobre O DIA EM QUE A MÚSICA MORREU contando a história da última turnê de Valens e o post HISTÓRIAS DE AMOR - RICHIE VALENZ E DONNA LUDWIG.