terça-feira, 1 de julho de 2014

MÚSICOS NOS SIMPSONS PARTE 2


Esta é a continuação de um post mais antigo sobre a participação de músicos no seriado Os Simpsons que você pode ler >aqui<. Segue a lista:


Joey Kramer, o baterista do Aerosmith comenta sobre seu caso com a Sra. Krabappel, a professora de Bart em “Pesca mortal de Ned”, no 22º episódio da 22ª temporada.

Joey Kramer

Jane Lynch aparece como Roz, a assistente de Homer na usina, em “Os substitutos”, 4º episódio da 23ª temporada.

Jane Lynch

Tim Heidecker e Eric Wareheim aparecem como gourmets em “A esposa gourmet” no 5º episódio da 23ª temporada.

Tim Heidecker e Eric Wareheim

Ted Nugent aparece no episódio “Eu não quero saber porque o passarinho na gaiola canta”, 10º episódio da 23ª temporada.

Ted Nugent

David Byrne, do Talking Heads, aparece em “Como eu molhei a sua mãe” produzindo uma música de Homer, no 15º episódio da 23ª temporada.

David Byrne

Lady Gaga tenta ensinar seu modo de vida a Lisa em “Lisa toca Gaga”, no 22º episódio da 23ª temporada.

Lady Gaga

O maestro Marvin Hamlisch aparece em “O desaparecimento de Aby”, 4º episódio da 24ª temporada. Também neste episódio aparece Anika Noni Rose como a cantora de restaurante Rita LaFleur, por quem o vovô Simpson se apaixona.

Marvin Hamlisch

Anika Noni Rose

Colin Meloy aparece em “O dia em que a terra ficou bacana”, 7º episódio da 24ª temporada.

Colin Meloy (centro da imagem)

Tom Waits aparece como Lloyd em “Homer preparado para o fim”, 9º episódio da 24ª temporada.

Tom Waits

O baterista Max Weinberg aparece em “Amor é de lascar”, 12º episódio da 24ª temporada.

Max Weinberg

Sonny Rollins aparece para Lisa como um holograma em “Negócio muito arriscado”, 19º episódio da 24ª temporada.

Sonny Rollins

Justin Bieber aparece em “O pequeno impostor”, 20º episódio da 24ª temporada.

Justin Bieber

A banda islandesa Sigur Rós aparece em “A saga de Carl”, 21º episódio da 24ªtemporada.

Sigur Rós

Rob Halford do Judas Priest aparece em “Marge, posso botar pra quebrar?”, 9º episódio da 25ª temporada.
Rob Halford


Não aparecem, mas participam de alguma forma:

O trio The Tiger Lillies toca a música tema nos créditos finais em “A rede d’oh-cial”, 11º episódio da 23ª temporada.

Alison Krauss toca o tema nos créditos em “Ausência prolongada”, no 14º episódio da 23ª temporada.

Nicholas McKaig canta os créditos finais em “A saída pelo Kwik-E-Mart”, 15º episódio da 23ª temporada.


Zooey Deschenel fez a voz de Mary Spuckler, filha de Cletus em “Um rio de emoções”, 1º episódio da 24ª temporada e também em “Amor é de lascar”, 12º episódio da 24ª temporada.

Mary Spuckler e Bart

O baterista Fred Armisen faz a voz de Terrence, e a cantora Carrie Brownstein faz a voz de Carry, os vizinhos hipsters dos Simpsons em “O dia em que a terra ficou bacana”7º episódio da 24ª temporada.

Carry e Terrence

E como eu mudei desde a última postagem aí vai uma imagem minha feita no site do filme Os Simpsons.


Ay Caramba!

quinta-feira, 1 de maio de 2014

DICIONÁRIO MUSICAL - ACÚSTICA

A acústica na música é um termo que designa a coisa mais essencial para ela, a propagação do som e o seu resultado sonoro, mas também é o nome moderno de uma modalidade de execução que na verdade não é moderno mas sim a origem de tudo.

O conhecimento e domínio da acústica é usado na construção dos instrumentos musicais e nos espaços onde ela será executada, como teatros, salas de concerto, igrejas, etc.

Quanto a música acústica ou simplesmente acústico, este é um termo moderno usado após a popularização da música eletrônica, onde são utilizados instrumentos que geram o som através de meios elétricos, então trata-se apenas de uma maneira de diferenciar estas duas formas de criar o som. 

No vídeo Slash e Myles Kennedy em uma versão acústica de Sweet Child O' Mine do Guns n' Roses.



terça-feira, 25 de março de 2014

DICIONÁRIO MUSICAL - ACROMÁTICO

O que não é cromático, que é harmônico

Uma composição que usa apenas a escala diatônica, com as famosas sete notas musicais de acordo com a tonalidade (dó, ré mi, fá, sol, lá e si para a escala em dó por exemplo), sem usar as notas que existem entre elas, os meio-tons aumentados (sustenidos) ou diminuídos (bemóis).

Estas notas cromáticas quando usadas dão um colorido à música, daí o nome, do grego khroma, cor.

A escala cromática possui doze notas que se forem usadas de forma constante acabam gerando uma música atonal (como exemplo a escala de dó é composta por dó, dó#, ré, ré#, mi, fá, fá#, sol, sol#, lá, lá# e si) e existem compositores que se dedicam a este tipo de composição como o austríaco Alban Berg.

A maior parte da música popular é acromática.


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

VERBORRAGIAS - MÚSICA E FRASES



Frases sobre a música ditas por grandes personalidades que não eram músicos.


“A boa música nunca se engana, e vai direto, buscar ao fundo da alma o desgosto que nunca devora”
Atendhal (escritor francês)

“A educação começa com a poesia, firma-se com a autodisciplina e completa-se com a música”
Confúcio (filósofo chinês)

“A letra da canção é o que pensamos entender, mas o que faz com que acreditemos, ou não, é a melodia”
Carlos Ruiz Zafón (escritor espanhol)

“A música começa onde acaba a fala”
Ernst Hoffmann (multi artista alemão)

“A música cria para nós um passado que ignorávamos e desperta em nós tristezas que tinham sido dissimuladas às nossas lágrimas”
Oscar Wilde (escritor irlandês)

“A música é a alma da geometria”
Paul Claudel (poeta francês)

“A música é a linguagem dos espíritos”
Gibran Khalil Gibran (poeta libanês)

“A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição”
Aristóteles (filósofo grego)

“A música é o barulho que pensa”
Victor Hugo (escritor francês)

“A música é o meio mais poderoso do que qualquer outro porque o ritmo e a harmonia têm sua sede na alma. Ela enriquece esta última, confere-lhe a graça e ilumina aquele que recebe uma verdadeira educação”
Platão (filósofo e matemático grego)

“A música é o tipo de arte mais perfeita: nunca revela o seu último segredo”
Oscar Wilde (escritor irlandês)

“A música é o verbo do futuro”
Victor Hugo (escritor francês)

“A música é um método de empregar a mente sem ter o trabalho de pensar em absoluto”
Samuel Johnson (escritor inglês)

“A música é uma rejeição triunfante do mundo em que nascemos, um não à natureza, um corajoso desafio a Deus e aos deuses e a toda espécie de poderes não humanos dos quais se pensa que moldaram o cosmo; é um mundo rival feito pelo homem”
Walter Kaufmann (filosofo e poeta alemão)

“A música está em tudo. Do mundo sai um hino”
Victor Hugo (escritor francês)

“A música exerce salutar influência sobre a alma e a alma que a concebe também exerce influência sobre a música. A alma virtuosa, que nutre a paixão do bem, do belo, do grandioso e que adquiriu harmonia, produzirá obras primas capazes de penetrar as mais endurecidas almas e de comovê-las”
Allan Kardec (fundador do espiritismo)

“A música expressa o que não pode ser dito em palavras, mas que não pode permanecer em silêncio”
Victor Hugo (escritor francês)

“A música exprime a mais alta filosofia numa linguagem que a razão não compreende”
Arthur Schopenhauer (filósofo alemão)

“A música me transporta para um mundo no qual a dor não cessa de existir, mas solta-se e tranquiliza-se”
Marguerite Yourcenar (escritora belga)

“A música oferece à alma uma verdadeira cultura íntima e deve fazer parte da educação do povo”
François Guizot (político francês)

“A música oferece às paixões o meio de obter prazer delas”
Friedrich Nietzche (filósofo alemão)

“A música tem encantos para serenar o coração mais selvagem”
William Congreve (poeta inglês)

“A música vive me emprestando saudade”
Fabrício Carpinejar (poeta e jornalista brasileiro)

“A pintura transforma o espaço em tempo; a música, o tempo em espaço”
Hugo Hofmannsthal (escritor austríaco)

“A vida de um homem culto deveria simplesmente alterar-se entre música e não música, como entre o sono e o despertar”
Novalis (escritor alemão)

“A vida é como a música. Deve ser composta de ouvido, com sensibilidade e intuição, nunca por normas rígidas”
Samuel Butler (escritor inglês)

“Adoro sob todas as formas de linguagem a música, porque ignoro ainda a ignomínia da gramática e da filosofia”
Paolo Mantegazza (escritor e cientista italiano)

“Arquitetura é música petrificada”
Arthur Schopenhauer (filósofo alemão)

“Cada nota deixa em cada um de nós uma lembrança, mas é a melodia inteira que conta uma história”
Paulo Coelho (escritor brasileiro)

“Cantar é próprio de quem ama”
Santo Agostinho (bispo e filósofo da atual Argélia)

“Como é que um homem sem as virtudes que lhe são próprias pode cultivar a música?”
Confúcio (filósofo chinês)

“Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música”
Aldous Huxley (escritor inglês)

“É com a música que fazem as suas declarações de amor o rouxinol e o grilo, o cisne e a águia”
Paolo Mantegazza (escritor e cientista italiano)

“Eu ouço música como quem apanha chuva: resignado e triste de saber que existe um mundo do Outro Mundo... Eu ouço música como quem está morto e sente já um profundo desconforto de me verem ainda neste mundo de cá... Perdoai, maestros, meu estranho ar! Eu ouço música como um anjo doente que não pode voar”
Mário Quintana (poeta brasileiro)

“Música antes de mais nada”
Paul Verlaine (poeta francês)

“Música de discoteca me anima e me diverte, música sinfônica me concentra, sons da natureza me relaxam. Contudo, existe um tipo de música que me dá alegria e me motiva: adoro ouvir a marcha fúnebre no funeral de um político. Significa que a energia do universo continua a limpeza sobre as almas sujas”
José Saramago (escritor português)

“Música e fala deveriam andar unidas, eram no fundo uma e a mesma coisa, a fala era música, a música um modo de falar”
Thomas Mann (romancista alemão)

“Música é vida interior, e quem tem vida interior jamais padecerá de solidão”
Artur da Távola (jornalista e escritor brasileiro)

“Na música reside um doce poder persuasivo”
John Milton (poeta inglês)

“Na música, o próprio silêncio tem ritmo”
Cláudio de Souza (escritor brasileiro)

“Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música de seus versos”
Cora Coralina (poetisa brasileira)

“Não se compreende música. Ouve-se”
Clarice Lispector (escritora brasileira)

“O homem não pode obter verdade mais verdadeira do que aquela que vem da música”
Robert Browning (poeta inglês)

“O homem que não tem a música dentro de si e que não se emociona com um concerto de doces acordes é capaz de traições, de conjuras e de rapinas”
William Shakespeare (escritor inglês)

“O simples fato de a música existir e de poder um ser humano ficar, por vezes, comovido até o âmago por uns poucos compassos e inundado por harmonias, sempre significou para mim um profundo consolo e uma justificação de vida”
Herman Hesse (escritor alemão)

“O vaso dá uma forma ao vazio e a música ao silêncio”
Georges Braque (pintor e escultor francês)

“O virtuoso não serve à música. Serve-se dela”
Jean Cocteu (multi artista francês)

“Onde há música não pode haver coisa má”
Miguel de Cervantes (escritor espanhol)

“Os tristes acham que o vento geme. Os alegres acham que ele canta”
Luiz Fernando Veríssimo (escritor brasileiro)

“Quais paixões a música não incita ou domina?”
John Dryden (escritor inglês)

“Quando escutamos peças de música que têm algo de sublime, espontaneamente reconhecemos nessas manifestações do gênio humano um luminoso reflexo do espírito de Deus”
João Paulo II (Papa polonês)

“Quando se ouve boa música fica-se com saudade de algo que nunca se teve e nunca se terá”
Samuel Howe (físico norte americano)

“Quem ouve música sente a sua solidão de repente povoada”
Robert Browning (poeta inglês)

“Se a música é o alimento do amor, toque”
William Shakespeare (escritor inglês)

“Se a música tem um número maior de amantes do que a poesia, ou a arquitetura, ou a escultura, tal não se deve ao fato de ser mais espiritual, como se costuma dizer, mas sim devido ao fato contrário: é mais sensual”
Vitaliano Brancati (escritor italiano)

“Sem a música, a vida seria um erro”
Friedrich Nietzche (filósofo alemão)

“Sempre tive a impressão de que a música fosse apenas o extravasamento de um grande silêncio”
Marguerite Yourcenar (escritora belga)

“Só a música pode falar da morte”
André Malraux (escritor francês)

“Toda a arte inspira continuamente a condição da música”
Walter Pater (escritor inglês)

“Todos os dias deveríamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas”

Goethe (escritor alemão)


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

DICIONÁRIO MUSICAL - ACROAMÁTICO

Do grego akroamatikós através do latim acroamaticu.

Assim se chama a aprendizagem da música só pelo ouvido, sem nenhum conhecimento da teoria musical.

Também se chamam assim as peças musicais não escritas, destinadas às festas familiares e ao passatempo.

Os músicos de ouvido, que tocam e compõem sem qualquer formação musical, também podem ser chamados de acroamáticos.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

CINEMA E MÚSICA – ENCRUZILHADA (CROSSROADS)


Entender o blues é uma coisa complicada se você só quer escutar música pra passar o tempo, pois é um gênero que exige mais sentimento que técnica, mas no filme Encruzilhada se pode entender melhor por que o blues é assim.


Neste filme, que narra a história de um jovem violonista erudito, Eugene Martone interpretado por Ralph Macchio (sim, o Daniel Sam de Caratê Kid) não tanto a história do blues, mas a essência dele é ensinada.

Ralph Macchio

O jovem Eugene tem uma técnica apurada tocando violão, mas é fascinado pelo blues e seu professor não aceita que essa influência apareça em sua técnica musical. Porém logo no começo do filme, Eugene descobre um velho bluesman, Willie Brown em um asilo de idosos que foi parceiro da maior lenda do blues, Robert Johnson e quer que ele lhe mostre o trigésimo blues do mestre, que nunca foi gravado por ele.

Joe Seneca e Ralph Mecchio

O que Eugene não sabe é que Willie, assim como Johnson, fez um pacto com o Diabo pra ter talento, vendendo a própria alma em uma encruzilhada. Conheça melhor essa história clicando >AQUI<. No caminho entre Nova Iorque e o Mississippi o jovem tem lições sobre o blues e a vida, conhecendo o preconceito, a amizade e o amor. Tudo culmina em um incrível duelo de guitarras entre Eugene e o melhor guitarrista do Demônio, interpretado por Stevie Vai, que na época tinha acabado de lançar seu primeiro álbum.

Ralph Macchio e Stevie Vai

Deve-se destacar também a fotografia do filme, principalmente nas cenas de estrada e da encruzilhada, ponto para John Bailey.


A trilha sonora é de Ry Cooder que usou desde gravações originais de Johnson até o rock dos anos 80 mostrando a grande verdade de que o blues deu origem a todas as vertentes do rock. Na trilha oficial temos:

- Crossroads – Robert Johnson e Ahmad Jamal (original)
- Down in Mississippi – J. B. Lenoir
- Cotton needs pickin’ – Frank Frost, Richard “Shubby” Holmes, John Price e Otis Taylor
- Viola Lee blues – Noah Lewis
- See you in hell, Blind Boy – Ry Cooder
- Nitty gritty Mississippi – Fred Burch e Don Hill
- He made a woman out of me – Fred Burch e Don Hill
- Feelin’ bad blues – Ry Cooder
- Somebody’s callin’ my name – Canção tradicional com arranjo de Ry Cooder
- Willie Brown blues – Ry Cooder e Joe Seneca
- Walkin’ away blues – Ry Cooder e Sonny Terry

Não está na trilha oficial, mas é o maior momento do filme quando Eugene executa a música Eugene’s Trick Bag no duelo de guitarras, ela foi composta por Stevie Vai inspirada no Estudo nº 2 de Villa-Lobos e no Capricho nº 5 de Paganini, que foi um dos maiores violinistas da história, viveu na virada dos séculos XVIII e XIX e foi o primeiro grande músico a ser acusado de fazer um pacto com o Cramulhão.

Ralph Macchio e Ry Cooder durante as filmagens

Título original: Crossroads
Lançamento: 1986 (EUA)
Direção: Walter Hill
Trilha sonora: Ry Cooder
Duração: 96 minutos (1h36min)
Gênero: Drama

No elenco:
Ralph Macchio interpretando o jovem Eugene Martone
Joe Seneca interpretando o velho bluesman Willie Brown
Jami Gertz interpretando Frances, a namorada de Eugene
Robert Judd interpretando Scratch (o Diabo)
Joe Morton interpretando o assistente do Diabo
Stevie Vai interpretando o guitarrista do Diabo, Jack Butler
Tim Russ interpretando Robert Johnson

O encontro com o Príncipe das Trevas

Curiosidades:
Houve realmente um parceiro de Robert Johnson chamado Willie “Blind Dog” Brown mas morreu em 1952, portanto 34 anos antes das filmagens.
Ralph Macchio gravou todas as cenas em que toca violão erudito pois também é músico.
A música da cena do duelo foi gravada por Ry Cooder e Stevie Vai, mas o ator Ralph Macchio tinha uma boa noção de como ela era executada e dublou de maneira bem convincente.
A guitarra usada por Ralph Macchio é uma Fender Telecaster CBS de 1970.


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

VERBORRAGIAS - MÚSICA E FRASES DE MARCELO NOVA

Sabe aquelas frases polêmicas, engraçadas, geniais ou até mesmo estúpidas ditas por celebridades da música?

MARCELO NOVA
(vocalista do Camisa de Vênus)




 “A gente ficou oito anos sem gravar, quem sabe não ficamos outro tempo e voltamos? O Camisa é nosso patrimônio” (Sobre uma possível volta do Camisa de Vênus)


“A grande maioria dos artistas vêem a arte como um veículo para atingir objetivos pessoais”


“A vida é boa, mas não é justa, acostume-se”


“ACM é uma figura. Nos anos 70, eu tava fumando um baseado. Aí ele chegou num opala e ficou bem do meu lado. Eu gritei: ‘Diga, meu governador!’ Rapaz, ele saiu da janela do carro, juntou as duas mãos e ficou fazendo gestos de vitória. Como a vaidade humana é extraordinária (risos)” (Sobre Antônio Carlos Magalhães)


“Adoro jantar em louça do século XVIII, mas no meio da coisa posso soltar um pum”

“Aqui ninguém vai dizer ‘tira o pé do chão galera’, ninguém vai dizer ‘mãozinha pra cima’ e ‘dedo no cu’. Eu não faço música para adestrar macaco”

“As gravadoras só contratam bandas que tenham pelo menos um integrante homossexual. Somos um dos últimos grupos heterossexuais do Brasil”

“Como no Brasil não existem leis para quem é branco e de alguma forma tem um destaque artístico, então eu o mataria e ainda sairia ileso” (Sobre o que faria se fizessem um clone dele)


“Depois que o Raul morreu, as pessoas resolveram me eleger seu herdeiro. Cansei de ser chamado para homenagens e shows em que eu seria o mestre de cerimônias. Nunca participei de coisas desse tipo. E antes dele morrer, não importa em que lugar do Brasil estivéssemos éramos o porra-louca do Marcelo Nova e o cachaceiro do Raul”


“É um negócio. Desinformado, desestruturado, sem autenticidade, sem gana, sem garra, sem coração, sem caráter também. Quem faz rock no Brasil, hoje, são as bandas que estão na garagem, aquelas que querem se expressar e são totalmente bloqueadas pela mídia eletrônica. Se esses caras não conseguirem fazer nada, não vão ser os Inimigos do Rei ou Nenhum de Nós que vão fazer, com toda certeza. A que ponto chegou o rock brasileiro...”


“Eu não entendo bem qual é a ligação do Raul com uma escola de samba. Passei um carnaval com ele e me lembro de que ele preferiu ficar trancado em casa por quatro dias, ouvindo Elvis Presley. Não dá pra entender como o cerne da obra do cara, o questionamento de tudo e de todos, acabou perdido em algum ponto” (Sobre a homenagem a Raul por uma escola de samba)


“Eu não tenho imóvel, não tenho carro. Tenho discos. Não gosto de forró. Gosto de Genival Lacerda. Porque é escroto e me cita”


“Eu tava em casa, o telefone tocou, era o Karl Hummel. Ele me disse: ‘Bicho, liguei a televisão e o apresentador disse que a maior sensação do rock é o Skank. A gente precisa voltar, cara’ (risos)”


“Genival Lacerda. Ele é espontâneo como o Jerry Lee Lewis e autêntico como o Chuck Berry” (Sobre quem era o maior roqueiro do Brasil)


“Hoje é dia da ‘independência do Brasil’, mas sinto o Brasil tão dependente quanto um mísero usuário de crack!”

“Hoje é dia de eleger dois ladrões lixos” (Sobre eleições)

“Hoje é dia de Iemanjá, ao entrar no mar leve um presente ou dinheiro... ‘tá pensando o que? Até os deuses cobram impostos, (risos) já, já, vou pra praia fazer compras”

“Lembra daquelas garotas que andavam em volta deles quando eles queriam fazer bandas de rock, antes de fracassarem e virarem jornalistas? Quem comeu aquelas garotas fui eu, então entendo que eles não gostem de mim” (Sobre as críticas dos jornalistas)


“Na música, tínhamos como exemplo de popularidade e calor artístico o Renato Russo. Hoje temos o Salgadinho!”


“Na verdade, eu sempre fui um cara bem-humorado. Mas algumas coisas não dá pra levar a sério, como essas bandas que pretendem fazer ‘rock de vanguarda’”


“Não tenho nenhuma identificação com a música, o visual e o comportamento do baiano”


“O dia do rock passou e me perguntaram por que não parabenizei o dia do rock? É muito simples essa pergunta. Não vejo motivo algum para comemorar, apenas para chorar. O rock foi preso de baixo de um monte de lixo e já era”


“O dinheiro nunca foi fator primordial pra minha carreira. Precisar de grana todo mundo precisa. Mas vivo há quinze anos de música, nunca fui a sensação do verão e de Nova só tenho o nome”


“O Kurt Cobain faz falta pra filha dele! Quando ele deu um tiro na cabeça não deu pra congelar a imagem e transformá-la em símbolo de rebeldia”


“O meu orgulho ainda é um prato cheio”

“O problema não é o viado e sim a viadagem”


“O que eu ia fazer lá? Não curto samba, não bebo cerveja nem gosto de travesti. Sou um cara das antigas, respeito a tradição dos rockers” (Sobre o porquê de não ir ao desfile de uma escola de samba que homenageou Raul Seixas)


“O rock não morreu, foi apenas no salão de beleza”

“Pessoas que dizem ser um pouco de cada coisa acabam sendo nada... uma coisa é certa, ou você é um ou outro. Tenha identidade, não se esconda atrás de palavras mirabolantes!”

“Por trás de cada sorriso se esconde algum tipo de dor”


“Prefiro fazer o primeiro show, pois fico livre logo de ouvir os outros grupos. Tenho mais o que fazer em casa: é aniversário da minha mulher” (Sobre um show com Barão Vermelho e Kid Abelha)


“Quando ele era vivo era chamado de inconveniente. Raul morreu e o que era ofensivo passou a ser ‘curioso’ e ‘maluquice beleza’. Só que o Raul não está mais aqui pra mijar no pódio dos cachorros de raça, como costumava fazer” (Sobre as homenagens a Raul Seixas)


“Se é da lei, então tem um preço”

“Sou ateu. Graças a Deus!”

“Um artista que, em vida, fazia questão de polemizar e desprezar o insosso ‘novo rock brasileiro’ e que por ele era ignorado. Agora, quase três anos após sua morte, alguns dos ‘artistas’ que o ‘homenageiam’ mal conhecem o trabalho dele, mas parecem ‘topar tudo’ por dinheiro. Não se deixe enganar e vá ao original” (Sobre Raul Seixas)






quinta-feira, 11 de julho de 2013

INSTRUMENTOS MUSICAIS - ACORDO

Do italiano, accordo.

É um instrumento italiano, muito popular nos sécs. XVII e XVIII, pertencente a família das violas graves, com 12 a 15 cordas friccionáveis, as quais com uma só arcada produzem sons acordes. Também chamado Lira da Gamba.


sábado, 6 de julho de 2013

DICIONÁRIO MUSICAL - ACORDEONISTA

Pessoa que toca o instrumento musical acordeão ou que o fabrica.

Luiz Gonzaga

No vídeo o violonista Yamandu Costa e o acordeonista Dominguinhos.


quinta-feira, 4 de julho de 2013

INSTRUMENTOS MUSICAIS - ACORDEÃO

Do alemão akkordium, através do francês accordéon.

Designação comum a diversos instrumentos de sopro de palheta livre, dotados de um fole pregueado que se comprime ou distende, movimentando o ar, que, ao ser expelido, faz vibrar as lâminas metálicas das palhetas.

Dotado de um ou dois teclados diatônicos (executados com a mão direita), de botões que correspondem às baixas cromáticas (executados com a mão esquerda), e de registros.

Tipicamente de música popular, está sendo usado atualmente como instrumento de conserto por alguns compositores

Também chamado de sanfona, concertina e acordeom.


No vídeo, Renato Borghetti e Orquestra da Unissinos tocando Milonga para as Missões.